Ana Vitória conta como é fazer mestrado na UFG

Ana Vitória é engenheira ambiental e atualmente cursa o mestrado em Engenharia Ambiental e Sanitária pela Universidade Federal de Goiás (UFG). A decisão por ingressar no programa foi motivada não só pela praticidade de já viver na mesma cidade da universidade, mas principalmente pela reputação da UFG na área de saneamento. Segundo Ana Vitória, a universidade se destaca pela excelência do corpo docente, formado por profissionais altamente qualificados e engajados, e pelo preparo com que os alunos concluem a pós-graduação, levando consigo uma formação técnica e prática muito sólida.

Ao pensar no tema de sua pesquisa, Ana Vitória sabia que queria trabalhar com algo atual e relevante. Escolheu o reúso de água por entender que se trata de um assunto emergente, com grande potencial de impacto ambiental e social. O interesse surgiu ainda enquanto ela trabalhava diretamente com a área ambientana indústria, o que a levou a considerar, inicialmente, o reúso industrial como foco principal do projeto. No entanto, com o passar do tempo, amadureceu a ideia juntamente com sua orientadora e optou por seguir com o projeto que tem como foco principal o reúso agrícola e urbano, uma vez que essas modalidades faziam mais sentido quando considerado o local de aplicabilidade do estudo.  A orientação da pesquisa ficou sob responsabilidade da professora Karla, que Ana Vitória descreve como uma das maiores referências que já teve. Para ela, Karla não é apenas uma excelente pesquisadora e docente, mas uma profissional com sensibilidade e visão estratégica. Desde o início, Ana Vitória sentiu liberdade para construir o projeto com autonomia, sempre recebendo da orientadora o suporte necessário, sem abrir mão da seriedade acadêmica. Um dos diferenciais apontados é que Karla vai além do espaço universitário: mesmo atuando em regime de dedicação exclusiva, está sempre conectada às demandas do mercado e às transformações no setor ambiental, o que reflete diretamente na orientação que oferece aos seus alunos.

Ana Vitória destaca ainda que fazer o mestrado na UFG tem sido um processo de amadurecimento contínuo, tanto pessoal quanto profissional. A estrutura do programa, aliada ao ambiente de troca e aprendizado constante, proporcionou a ela uma trajetória que combina técnica, responsabilidade social e liberdade intelectual. Ela reconhece que o apoio da orientadora, aliado à vivência acadêmica proporcionada pela UFG, foram fatores fundamentais para que sua pesquisa ganhasse consistência e relevância.

Por fim, Ana Vitória reforça que ingressar no mestrado foi um processo de autodescoberta e aprofundamento. O apoio da orientadora e o ambiente acadêmico da UFG foram essenciais para a sua trajetória. Cora compartilha esse depoimento como forma de inspirar novos e novas engenheiros e engenheiras a trilharem caminhos de pesquisa, inovação e compromisso ambiental.